Todo o argumento a favor da monitorização de concursos públicos cabe em dois números. O plano Solo do ConcursosGov custa 490 € por ano, com faturação anual. Os contratos públicos de TI da nossa própria lista de exemplo valem entre 240.000 € e 1.100.000 € cada um.
A monitorização de concursos públicos não precisa de lhe fazer ganhar muitos contratos para se pagar. Precisa de lhe pôr à frente um que, de outra forma, teria perdido, a tempo de concorrer como deve ser. Tudo o que se segue é o detalhe por trás desta frase.
O que já está a pagar pela monitorização de concursos públicos
A maioria das empresas acha que não paga pela monitorização de concursos públicos porque a faz à mão. Paga. Só que o custo chega em três formas que nunca aparecem numa fatura.
O que compram 490 € por ano de monitorização de concursos públicos
O ConcursosGov acompanha o Portal BASE todos os dias e transforma os anúncios que correspondem aos seus códigos CPV numa lista curta e ordenada, sobre a qual a equipa decide em minutos. Na prática, são cinco coisas que deixa de fazer à mão.
| Deixa de | Porque o ConcursosGov | O que ganha |
|---|---|---|
| Consultar o portal | Acompanha o Portal BASE diariamente e filtra pelos seus códigos CPV | Os concursos chegam no dia em que são publicados, não quando alguém se lembra de ir ver |
| Adivinhar quais interessam | Pontua cada concurso de 0 a 100, com a decomposição à vista | Os concursos que pode ganhar no topo, as perdas de tempo plausíveis no fundo |
| Abrir PDF a PDF | Lê os documentos do procedimento com IA | Valor base, prazos, critérios de adjudicação e requisitos de equipa em campos simples |
| Refazer a lista semanal | Exporta a lista filtrada para Excel | A reunião comercial começa com o documento já feito |
| Perguntar quem decidiu o quê | Regista cada decisão com autor, data e nota | Uma resposta em segundos quando alguém pergunta porque não se concorreu a um contrato |
Um contrato muda a conta por completo
O retorno da monitorização de concursos públicos é desequilibrado, e é esse o ponto. O custo é fixo e pequeno. O ganho possível é um contrato público, que em serviços de TI chega muitas vezes às centenas de milhares de euros.
Pegue no plano mais pequeno e no contrato mais pequeno da nossa lista de exemplo: 490 € por ano contra um contrato de 240.000 € de gestão de projeto e análise funcional. Mesmo com uma margem modesta, uma única adjudicação paga a subscrição durante décadas. Uma empresa não precisa que o ConcursosGov mude radicalmente a sua taxa de sucesso. Precisa que acrescente por ano um concurso à lista curta que, de outra forma, não estaria lá.
O tempo poupado é o segundo retorno, e começa no primeiro dia. As horas que iam para percorrer o portal voltam para a entrega, para as vendas ou para as propostas que têm de facto hipóteses.
Como calcular o ponto de equilíbrio da monitorização de concursos públicos
As contas acima usam a nossa lista de exemplo. As suas devem usar os seus próprios contratos. Bastam três números. A sua equipa já os tem todos.
O valor típico dos seus contratos. Olhe para os contratos públicos que ganhou ou a que concorreu nos últimos dois anos. Use um valor típico, não o maior.
A sua margem nesse tipo de trabalho. A área financeira sabe qual é. Use um valor conservador, porque o objetivo é pôr o argumento à prova, não embelezá-lo.
O plano de que precisaria. Conte os códigos CPV que descrevem o que vende e as pessoas que usariam a lista. Isso aponta para o Solo, o Starter, o Growth ou o Scale.
Multiplique o valor do contrato pela margem. Depois divida o preço do plano pelo resultado. A resposta é a fração de um contrato adicional que precisa de ganhar para a subscrição se pagar. Com valores de contrato como os da nossa lista de exemplo, é uma pequena parte de um único contrato.
O segundo número que vale a pena verificar é o tempo. Estime as horas por semana que a sua equipa passa hoje no Portal BASE, como no cálculo feito mais acima. Se esse valor, por si só, ultrapassar o preço do plano, a decisão nem depende de ganhar o que quer que seja.
Escolha o plano que corresponde aos seus códigos
Os planos distinguem-se pelo número de códigos CPV monitorizados em simultâneo e pelo número de pessoas na equipa. Todos incluem o score, a leitura dos documentos por IA, o registo de decisões e a exportação para Excel.
| Plano | Códigos e utilizadores | Faturação anual |
|---|---|---|
| Solo | 1 código CPV, 3 utilizadores | 490 € por ano |
| Starter | 3 códigos CPV, 10 utilizadores | 1.500 € por ano |
| Growth | 8 códigos CPV, 25 utilizadores, suporte prioritário | 2.500 € por ano |
| Scale | 20 códigos CPV, 100 utilizadores, suporte prioritário, API | 4.000 € por ano |
A maioria das empresas especializadas começa no Solo ou no Starter. Se tiver dúvidas, o período de teste mostra-lhe quantos códigos precisa realmente antes de escolher.
Quem tira mais partido da monitorização de concursos públicos
Empresas que concorrem várias vezes por ano numa área definida, em que uma pessoa ou uma equipa pequena trata dos concursos a par de outro trabalho. Para elas, a triagem diária é a parte que nunca é bem feita. É precisamente a parte que o ConcursosGov elimina.
As empresas que concorrem uma ou duas vezes por ano tiram menos partido. Uma consulta atenta ao Portal BASE quando precisam pode bastar. O período de teste mostra isso depressa.
As empresas maiores com um departamento de propostas têm um retorno diferente. A pesquisa nunca foi o seu estrangulamento. Ainda assim, o score, os campos extraídos e o registo de decisões partilhado encurtam a reunião semanal de triagem e deixam um registo de porque cada concurso foi posto de lado.
O risco é zero, de propósito
O período de teste dura 14 dias e não pede dados de pagamento na criação de conta. Quando termina, nada é cobrado automaticamente. O acesso à lista fica pausado até escolher um plano, e os seus códigos CPV, decisões e notas ficam guardados. Se o ConcursosGov não provar o seu valor em duas semanas, perdeu apenas as duas semanas de pesquisa manual que faria de qualquer forma.
Como o ConcursosGov decide o que fica no topo da lista
Cada concurso recebe um score de 0 a 100, construído a partir de cinco fatores. Por omissão, o tipo de procedimento vale 40 pontos, a correspondência entre o objeto e as suas competências 30, o valor base 15, os critérios de adjudicação não-preço 10 e a localização 5.
Os pesos podem ser ajustados em cada conta. Uma empresa que só concorre onde a qualidade conta pode dar mais peso aos critérios não-preço. Uma empresa que trabalha em todo o país pode reduzir o peso da localização. A decomposição aparece ao lado de cada score. A equipa vê porque é que um concurso ficou onde ficou e pode contrariá-lo quando sabe mais.
Isto importa para o retorno da monitorização de concursos públicos. Um score que esconde as razões é ignorado depois do primeiro resultado surpreendente. Um score que as mostra é usado, porque as pessoas podem confirmá-lo.
O que o ConcursosGov não faz
Conhecer os limites antes do teste evita julgar o produto por algo para que nunca foi feito.
Monitoriza apenas o Portal BASE. Os concursos publicados só noutras plataformas de contratação pública, ou no TED, o Tenders Electronic Daily da UE, não chegam à lista. Se parte do seu pipeline vem dessas fontes, mantenha o que usa para as acompanhar.
Não escreve nem submete propostas. O trabalho termina na decisão de concorrer. As propostas continuam a ser preparadas pela sua equipa e submetidas nas plataformas eletrónicas oficiais de contratação pública.
Não preenche lacunas com palpites. Quando um valor não está nos documentos do procedimento, o campo fica vazio. Vê o que os documentos dizem, não o que um modelo acha que provavelmente queriam dizer.
Não é um serviço oficial. O ConcursosGov é um produto da Caixa Mágica Software. Usa dados públicos e não tem qualquer relação institucional com o IMPIC nem com o Portal BASE.
Perguntas frequentes
As perguntas que as pessoas fazem mesmo antes de criar conta.


