Os alertas de concursos públicos resolveram o problema da última década: saber que um anúncio existe. Enviam-lhe tudo o que bate com uma palavra-chave ou um código, e durante algum tempo isso pareceu suficiente.
Já não é. O problema da maioria das empresas hoje não é encontrar concursos. São os quinze alertas que chegam todas as manhãs, todos com ar mais ou menos relevante, cada um a esconder os requisitos reais num PDF. Alguém continua a ter de os ler todos para encontrar os dois que interessam. O ConcursosGov faz essa parte.
O que os alertas de concursos públicos fazem bem, e onde param
Os alertas são bons numa coisa: cobertura. Defina um filtro e não perde um anúncio que lhe corresponda. Isso tem valor real, e é também exatamente onde o trabalho começa em vez de acabar.
Quatro coisas que os alertas de concursos públicos lhe deixam
Se usa alertas de concursos públicos hoje, a sua equipa está a fazer estes quatro trabalhos à mão. Cada um é algo que o ConcursosGov faz antes de abrir a lista.
| O trabalho | Com alertas | Com o ConcursosGov |
|---|---|---|
| Ordenar | Todas as correspondências chegam por ordem de publicação. Cabe-lhe a si decidir qual abrir primeiro. | Cada concurso pontuado de 0 a 100 por tipo de procedimento, correspondência de competências, valor base, critérios não-preço e localização. |
| Ler | Descarrega os documentos e procura critérios, prazos e requisitos. | A IA lê o Programa do Procedimento e o Caderno de Encargos. Os campos decisivos saem estruturados. |
| Decidir em equipa | As decisões vivem em emails, conversas e na memória de alguém. | Interessado, não interessado, submetido ou destacado, cada um com autor, data e nota. |
| Reportar | Alguém refaz a lista semanal numa folha de cálculo. | A lista filtrada sai para Excel com score, esforço estimado, prazos e decisão. |
Como o ConcursosGov ordena o que os alertas de concursos públicos enviariam
A ordenação é a parte que substitui a maior parte da leitura. Cada concurso recebe um score de 0 a 100, construído a partir de cinco fatores. Por omissão, o tipo de procedimento vale 40 pontos, a correspondência com as suas competências 30, o valor base 15, os critérios de adjudicação não-preço 10 e a localização 5.
Cada conta pode ajustar os pesos. Uma empresa que só concorre onde a qualidade decide pode aumentar o peso dos critérios não-preço. Uma empresa que serve uma única região pode aumentar o peso da localização. Os alertas de concursos públicos não conseguem fazer isto, porque uma palavra-chave ou corresponde ou não corresponde.
A decomposição aparece ao lado de cada score. Quando um concurso fica mais abaixo do que se esperava, a equipa vê que fator o puxou para baixo e decide se concorda.
O custo de uma lista que não está ordenada
Uma lista sem ordem tem uma regra escondida: o concurso que se lê primeiro é o que chegou primeiro, não o que tem mais hipóteses de ganhar. Numa semana cheia, o bom concurso no fundo da caixa de correio é aberto na quinta-feira. Nessa altura, a janela dos pedidos de esclarecimento, que fecha no primeiro terço do prazo de apresentação de propostas, pode já ter passado.
O problema inverso é igualmente caro. Um concurso de smartphones robustecidos de 912.930 € parece atrativo num alerta para uma empresa de TI. No ConcursosGov chega com score 25, porque o objeto é fornecimento de hardware e o procedimento não serve a empresa. Quinze segundos para o pôr de lado, em vez de uma tarde a ler documentos para chegar à mesma conclusão.
Uma manhã com alertas de concursos públicos e outra com o ConcursosGov
Pense numa terça-feira ilustrativa. Com alertas de concursos públicos, a caixa de correio tem quinze anúncios novos. Cada email traz um título, uma entidade adjudicante e uma ligação. A pessoa que trata dos concursos abre os que parecem prometer, descarrega os documentos e lê o suficiente de cada um para decidir. À hora de almoço, três foram lidos com atenção. Dois não valiam a pena. O terceiro valia. Ainda precisa de uma leitura completa à tarde.
Com o ConcursosGov, os mesmos quinze anúncios estão na lista, ordenados por score. Os dois do topo mostram valor base, prazos, critérios de adjudicação e requisitos de equipa em campos simples. A pessoa lê esses dois com atenção, marca-os como interessados e deixa uma nota a um colega. Os restantes são marcados como não interessados em poucos minutos, cada um com uma razão numa linha. Às dez da manhã, o resto da manhã está livre para a própria proposta.
Os alertas cumpriram a sua função nos dois casos. Garantiram que os anúncios chegavam. O que mudou foi quanto da manhã foi preciso para transformar quinze anúncios em duas decisões.
Quinze anúncios é um número plausível para uma empresa com algumas palavras-chave largas. Numa semana cheia podem ser trinta. O tempo de leitura cresce com o número de alertas. O tempo de triagem de uma lista ordenada quase não muda.
Trocar os alertas de concursos públicos leva uma tarde
Não há nada para migrar nem projeto para gerir. A maioria das equipas faz a mudança assim.
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1Traduza os filtros dos alertas em códigos CPV. Veja os códigos dos anúncios que os alertas lhe têm enviado e dos contratos que ganhou no Portal BASE. São esses os seus códigos de partida.
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2Crie a conta e acrescente os códigos. A primeira lista pontuada chega no mesmo dia, a partir dos anúncios em aberto.
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3Use os dois durante duas semanas. Mantenha os alertas durante o teste. Verifique se algo a que valia a pena concorrer chegou aos alertas e não à lista. Se chegou, acrescente o código.
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4Convide a equipa. Os colegas entram por convite por email e veem os mesmos concursos e decisões desde o início.
Ao fim de duas semanas vai saber se a lista ordenada falha alguma coisa que os alertas apanham, e quanta leitura lhe poupou. É uma base melhor para decidir do que qualquer página de comparação, incluindo esta.
O que muda para quem lê os alertas
Na maioria das empresas, os alertas de concursos públicos chegam a uma só pessoa. Essa pessoa passa a ser o filtro de toda a empresa, muitas vezes sem que ninguém o tenha decidido. Quando está de férias, os alertas acumulam-se. Quando sai, o conhecimento sobre que concursos foram postos de lado, e porquê, sai com ela.
O ConcursosGov muda esse papel. A lista é partilhada, por isso a triagem deixa de depender de uma única caixa de correio. Cada decisão fica registada com autor, data e nota, por isso as razões ficam na empresa. A pessoa que lia todos os alertas passa a dedicar o seu tempo aos concursos que chegaram ao topo, que é onde o seu critério sempre foi mais útil.
O que o ConcursosGov acompanha e o que não acompanha
O ConcursosGov monitoriza todos os dias o Portal BASE, juntamente com os documentos do procedimento publicados com cada anúncio. O Portal BASE é a fonte oficial dos contratos públicos portugueses.
Não monitoriza o TED, o Tenders Electronic Daily da UE, nem outras plataformas de contratação pública. Alguns serviços de alertas de concursos públicos também cobrem essas fontes. Se parte do seu pipeline vem delas, mantenha esse serviço para essas fontes. Algumas equipas vão acabar com os dois: o ConcursosGov para o mercado português onde concorrem todas as semanas e um alerta mais leve para o resto.
Dentro dos seus códigos CPV, não há limite. Todos os anúncios correspondentes do Portal BASE chegam à lista, seja a semana calma ou cheia.
Quem deve continuar com alertas simples
Com honestidade, há empresas que devem. Se concorre a um ou dois concursos públicos por ano, um alerta e uma visita ocasional ao Portal BASE chegam. O ConcursosGov compensa na repetição: quanto mais concursos analisa, mais tempo poupam a ordenação e a leitura dos documentos. Para empresas que concorrem com regularidade, a diferença cresce todas as semanas.
Antes de cancelar os seus alertas de concursos públicos
Há três verificações que tornam a decisão segura.
Compare duas semanas lado a lado. Mantenha os dois a funcionar durante o teste e anote todos os concursos a que valia a pena concorrer que chegaram aos alertas mas não à lista. Cada um costuma apontar para um código CPV em falta.
Verifique as fontes que os seus alertas cobrem. Se incluírem o TED ou plataformas fora do Portal BASE, decida se ainda precisa dessa cobertura.
Pergunte a quem usa a lista. Se a equipa chega às decisões mais depressa e ninguém sente falta da caixa de correio, a resposta já está dada.
Se as três verificações correrem bem, cancelar é uma decisão pequena. Se uma delas levantar dúvidas, mantenha o alerta para essa fonte específica e deixe o resto com o ConcursosGov. Não há razão para tratar isto como tudo ou nada.
Quanto custa
Os planos começam nos 490 € por ano no Solo com faturação anual, ou a partir de 49 € por mês com faturação mensal, e distinguem-se pelo número de códigos CPV e de utilizadores. Não há limite de concursos dentro dos seus códigos. Os preços estão publicados por inteiro na página de preços, sem formulários nem chamadas comerciais para os ver.
Perguntas frequentes
O que as equipas que vêm dos alertas costumam perguntar.


