Projectos de I&D

PROSE

O Software livre (Free/Libre/Open Source Software - FLOSS) está a criar novas oportunidade de negócio e de investigação por toda a Europa. O modelo proposto por software FLOSS é particularmente importante num contexto da investigação nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), um ambiente onde a natureza da cooperação entre projectos obriga (quase sempre) a partilha de software.

O projecto PROSE (Promoting Open Source in European Projects) promove o software livre no contexto de projectos Europeus, através da criação duma plataforma de projectos de software aberto, treino em aspectos de negócio e legais, e de eventos de disseminação, como meio de sustentar FLOSS como uma importante solução para parceiros concorrentes participarem em iniciativas conjuntas. O projecto vai contribuir para a adopção de software aberto em projectos TIC, através do aumento da esperança de vida do software desenvolvido dentro dos projectos financiados pela União Europeia (UE) aumentando o impacto dos resultados, ancorado na plataforma de alojamento de projectos de software, assim como no treino e nos eventos de promoção e disseminação em torno da temática de software livre.

O PROSE é uma acção de suporte e coordenação, contando com um total de 6 parceiros, um orçamento de 500.000 €, e duração de dois anos (2012-2014).

STORK II

O projecto STORK 2.0 visa contribuir para criação de um único sistema electrónico de identificação e autenticação Europeu, para empresas e cidadãos.

Co-financiado pela UE, envolve a colaboração de 19 Estados-Membros, num total de 58 entidades, com duração de três anos (2012-2015). Em Portugal, a Caixa Mágica é uma das sete entidades que participam no projecto, a par da AMA (Agência para a Modernização Administrativa), o IST (Instituto Superior Técnico), a SIBS, a Multicert, o Instituto de Registos e Notariado e o ITIJ (Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça).

As responsabilidades da Caixa Mágica no projecto passam pelo desenho da infra-estrutura, desenvolvimento do piloto de serviços públicos para empresas, criação de modelos sustentáveis para o projecto e estandardização do projecto. Será, ainda uma das entidades responsáveis pela integração dos resultados do Stork com o Cartão de Cidadão e toda a infra-estrutura nacional de suporte ao mesmo.

TIMBUS

O problema da preservação digital está bem compreendido em cenários de sistemas de informação comuns, mas tem sido menos explorado para cenários onde a informação digital a ser preservada é o contexto de execução, dentro do qual os dados são processados ​​, analisados ​​e transformados. Além disso, a preservação é muitas vezes considerada como um conjunto de atividades realizadas num único domínio, sem considerar as dependências de serviços de terceiros, informações e recursos que serão necessários para validar a informação digital num contexto de uso futuro.

O projeto TIMBUS, cofinanciado pela UE, envolve a colaboração de cinco países (Portugal, Reino Unido, Alemanha, Irlanda e Áustria). O seu foco está na criação de processos de negócios resilientes, permitindo que o contexto de execução de negócios fique acessível por longos períodos, e considerando a dependência de serviços de terceiros, informações e recursos que serão necessários para validar a informação digital no futuro.

O projeto TIMBUS irá ampliar a compreensão da preservação digital para incluir o conjunto de atividades, processos e ferramentas que garanta o acesso contínuo a serviços e software, necessários para produzir o contexto em que a informação pode ser acedida, validada e transformada em conhecimento. Um dos requisitos fundamentais é o de preservar as especificações funcionais e não- funcionais de serviços e software, juntamente com as suas dependências. Essa abordagem amplia as abordagens tradicionais de preservação digital, introduzindo a necessidade de analisar e manter a acessibilidade dos processos de negócios e dos serviços de apoio, e alinha as ações de preservação com gestão de risco empresarial (ERM) e com a gestão de continuidade de negócio (BCM). A complexidade, e a escala destes ambientes de processo de negócio empresariais, fazem com que o projeto de pesquisa TIMBUS seja excecionalmente relevante.

ULOOP

O projecto ULOOP adoptou um novo enquadramento num paradigma centrado no utilizado ('user-centric') ao explorar diferentes aspectos de redes fornecidas pelo utilizador final, de forma a expandir o alcance das redes de acesso. O projecto implementou uma imagem de software aberto (Linux/OpenWrt) e 'user-centric', testada e instanciada em cenários com utilizadores finais.

O ULOOP focou-se em redes Wi-Fi que complementam as tecnologias de banda-larga, formando o troço final exposto aos utilizadores, aproveitando aspectos locais (“wireless local-loop”) através do desenvolvimento de mecanismos de rede que permite gestão de recursos de forma autónoma. Esta é a ideia latente do ULOOP, suportada por software que sustenta o crescimento da rede de forma 'user-centric', robusta e segura.

O consórcio ULOOP foi formado por um total de 12 parceiros, incluindo 3 operadores, 2 fornecedores de acesso, 1 software house, 4 universidades, com um orçamento de mais de 4 Milhões €, ao longo de 3 anos (2010-2013) no FP7.

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